by David Apr 08,2022
A série Yakuza/Like a Dragon, embora expanda seu apelo para jogadores mais jovens e mulheres, permanece comprometida com sua identidade central: homens de meia-idade navegando pela vida de meia-idade.

A franquia Yakuza (agora Like a Dragon) continua a ressoar globalmente, atraindo diversos seguidores graças ao charme identificável de Ichiban Kasuga. No entanto, os desenvolvedores reafirmaram sua dedicação ao conceito original da série.
O diretor Ryosuke Horii, em entrevista ao AUTOMATON, declarou: "Estamos emocionados em ver tantos novos fãs, incluindo mulheres. Mas não alteraremos os temas principais para atraí-los. Isso significaria abandonar as discussões sobre , digamos, níveis de ácido úrico."
Horii e o planejador principal Hirotaka Chiba acreditam que o apelo único da série decorre de seu retrato realista de homens de meia-idade, um grupo demográfico com o qual eles se identificam. Da obsessão de Ichiban por Dragon Quest às suas queixas sobre dores nas costas, essas experiências relacionáveis criam autenticidade. Horii acrescentou: "Os personagens são pessoas comuns, tornando suas lutas relacionáveis e atraindo os jogadores."

Em uma entrevista à Famitsu de 2016 (relatada pela Siliconera), o criador da série Toshihiro Nagoshi expressou surpresa com o influxo de jogadoras, observando que aproximadamente 20% da base de fãs era feminina. Ao mesmo tempo que acolheu este crescimento, ele esclareceu que os jogos da Yakuza foram fundamentalmente concebidos para um público masculino e evitariam mudanças drásticas para se desviarem da sua visão criativa.

Apesar do foco da série no público masculino, as críticas em relação à representação de personagens femininas persistem. Alguns fãs argumentam que a série se baseia em tropos sexistas, muitas vezes relegando as mulheres a papéis coadjuvantes ou objetificando-as. As discussões online destacam preocupações sobre a representação feminina limitada e o uso frequente de comentários inadequados sobre personagens femininas por parte de colegas masculinos, mesmo em títulos recentes. O arquétipo recorrente da “donzela em perigo” para personagens femininas é outro ponto de discórdia.
Chiba, em um comentário alegre, reconheceu que mesmo em Like a Dragon: Infinite Wealth, as interações das personagens femininas às vezes são ofuscadas pelas conversas dos personagens masculinos.

Embora a série tenha progredido em certos aspectos, ela ainda ocasionalmente recorre a tropos desatualizados. No entanto, jogos como Like a Dragon: Infinite Wealth (avaliado pelo Game8 com uma pontuação de 92) são vistos como avanços positivos, equilibrando o fan service com uma visão clara para o futuro. Para uma visão mais aprofundada de Like a Dragon: Infinite Wealth, veja nossa análise.

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